quarta-feira, 4 de abril de 2018

Opinião: acusações da Promotoria são consistentes


Por Mikael Bitencourt, João Zambiazzi e Dayana Manes

Depois de tudo que o país passou, eles ainda estão dispostos a defender Getúlio Vargas.

Já foi visto, anteriormente, que os constituintes da equipe da Promotoria aparentavam estar despreparados para conduzir o processo, mas isso foi no passado, além de que, em sala não possuíram supervisão por um bom tempo, tornando o despreparo momentâneo muito compreensível.

A ausência de monitoramento acabou trazendo um fator de independência para o grupo, que está conseguindo elaborar argumentos, chegar a conclusões e buscar provas, dispensando auxílio exagerado de seus superiores.

O objetivo, então, é explanar, no dia do julgamento, argumentos consistentes e coerentes a partir de fontes confiáveis e que apresentem credibilidade.

Sabe-se que há anos Getúlio cometeu vários delitos e impunidades que vão contra a moral e a ética humana. Porém, a esquerda ainda tenta convencer o povo de que ele foi um grande homem e que não se tem dúvidas das maravilhas que o antigo presidente fez. 

“Getúlio foi o melhor presidente que o Brasil já teve”. Essa frase foi dita por um dos responsáveis pela Defesa. O entrevistado defende que o presidente foi o grande avanço para o Brasil, o dito “pai dos pobres” – o que não passa de uma grande falácia populista.

Getúlio, além de ligações com as propostas de Mussolini e grande identificação com o nazismo – de forma completamente indireta, por visar os privilégios de países que eram contra tais sistemas –, foi responsável por grandes torturas e censuras no país. 

Procurado pela nossa equipe, o promotor Gustavo Silva pronuncia-se dizendo: “Se ele era um grande amigo do povo, por que ele implantou uma ditadura?”. Essa instigação parte de um ideia contrária a todas as propostas da Defesa e fica a pergunta: Getúlio realmente ama o povo?

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